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segunda-feira, 27 de maio de 2013

SÉTIMA GERAÇÃO DO CORVETTE CUSTA MENOS QUE TRAILBLAZER


Chevrolet Corvette Stingray (Foto: Divulgação)
Barganha! É com esse termo que a maior parte das publicações americanas define os novos preços da sétima geração do Corvette. Apesar das extensas mudanças, e da retomada do nome Stingray, a montadora optou por não deixar o esportivo muito mais caro. A renovação somou US$ 2 mil ao valor do modelo, que passa a custar R$ 51.995 na versão cupê (o equivalente a quase R$ 104 mil, na cotação atual) e US$ 56.995 (R$ 114 mil), na conversível.
Para se ter uma ideia, aqui no Brasil, seria preciso "inteirar" pelo menos outros R$ 29 mil para levar uma Trailblazer para casa - modelo nacional mais caro da Chevrolet no país, vendido por R$ 133 mil. Se a opção fosse pelo único esportivo importado oficialmente pela montadora, Camaro SS, o custo seria quase R$ 100 mil mais alto - ele sai por R$ 203 mil.
Corvette Stingray conversível (Foto: Divulgação)
O que é que o Corvette tem?
Desde a configuração mais básica, o Corvette recebe bancos com suporte de magnésio e oito posições de ajuste elétrico, modo de condução ajustável em cinco posições (que regulam até 12 atributos do carro), capô em fibra de carbono, monitor de oito polegadas com MyLink de última geração e câmera de ré, sistema de som Bose com nove alto-falantes. O motor é sempre o 6.2 V8 de 456 cv com injeção direta, que atual junto ao câmbio manual de sete marchas.
Há boa oferta de pacotes de equipamentos e acabamentos. Os itens mais em conta são as rodas pintadas de preto, que custam US$ 495 e as pinças de freio vermelhas, que saem por US$ 595. Os assentos esportivos, por sua vez, custam US$ 2.495. Enquanto o kit mais completo, 3LT, soma US$ 8.005 ao preço do Corvette e integra sistema de navegação, bancos e painel revestidos de couro, áudio com 10 alto-falantes, head-up display colorido, entre outros.

COM NOVO PREÇO, TRAILBLAZER "PERDE" POSTO DE MODELO MAIS CARO PRODUZIDO NO BRASIL


Chevrolet TrailBlazer (Foto: General Motors)
Trailblazer pode custar mais que o novíssimo Corvette C7. Mas já não é o modelo de produção nacional mais caro do mercado. A redução de preço realizada pela Chevrolet recentemente "rebaixou" a sucessora da Blazer à segunda colocação nesse ranking, agora liderado por Mitsubishi Pajero Dakar. A diferença entre as duas, quando comparamos os custos das versões de entrada, fica em R$ 3.990. Enquanto a Trailblazer parte de R$ 133 mil, com motor 3.6 V6 de 239 cv a gasolina, a Dakar é oferecida por R$ 136.990, com propulsor 3.2 16V diesel de 170 cv. Ele ainda pode chegar a R$ 140.990 com transmissão automática.
Fabricado no país desde abril de 2011, o Pajero Dakar ainda é encontrado em outras duas configurações: HPE flex, equipado com propulsor de 200/ 205 cv, que sai por R$ 137.990 e HPE diesel, com preço estabelecido em R$ 159.990. Para a Trailblazer a oferta é menor. Há apenas uma opção de motor além do movido a gasolina. Trata-se do 2.8 turbodiesel de 180 cv, com o qual o utilitário passa a custar R$ 159.490.
Mitsubishi Pajero Dakar (Foto: Divulgação)
Outra realidade nas lojas
Nas revendas, a Trailblazer tanto pode voltar a ser a mais cara do mercado, quanto pode ficar ainda mais barata que o Pajero Dakar. As lojas praticam todo tipo de preço, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro. A versão a gasolina 12/13 é encontrada por R$ 121.500 e R$ 124.900, já a 13/13 varia de R$ 129.000 até R$ 145.000 (preço de lançamento já reduzido pela marca). No caso da diesel, os valores podem começar em R$ 149.990 (12/13), passar por R$ 154.900, R$ 165.000 e chegar a R$ 180.000!
A rede de concessionárias da Mitsubishi, em contrapartida, revelou uma política de preços linear. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as lojas consultadas por Autoesporte praticam os preços sugeridos pela montadora. Todas esclarecem, porém, que a versão de entrada do Dakar, diesel com cinco lugares e câmbio manual, só costuma ser vendida sob encomenda. Na capital paulista, a espera pode chegar a 45 dias. Na fluminense, os vendedores falam em 10 dias.