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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

MUDANÇAS NA CAÇAMBA: CONFIRA O VISUAL DE TRÊS PICAPES QUE VÊM POR AÍ

Segmento das picapes médias promete renovação das pesadas; confira projeções e outras novidades do segmento

PROJEÇÃO TOYOTA HILUX 

Após longo marasmo, o segmento das picapes médias sofreu uma revolução em 2012, quando chegaram as novas gerações da Chevrolet S10 e Ford Ranger para tirar o atraso de anos. Somente a partir dali que passaram a concorrer em modernidade com a Toyota Hilux, lançada em 2005. Viraram referência, inclusive, ainda que a picape japonesa mantenha a vice-liderança do mercado. Só que agora é a vez da Hilux mudar de vez e, junto com ela, as rivais Mitsubishi L200 e Nissan Frontier. O ciclo terá início em 2015 e vai até o ano seguinte, o que dará tempo para as rivais norte-americanas receberem um tapa.
Flagras no sudeste asiático e Oceania já pegaram a Hilux com menos disfarces, o que permitiu uma projeção apurada. Ter surgido como modelo final antes nessa parte do mundo e somente depois na América do Sul não se deu por acaso. A Tailândia é dominada por picapes médias e, tal como a Toyota, as novas L200 e Frontier também debutaram por lá. Por aqui, a Hilux só chegará no início de 2016, a fabricação começa no final de 2015 em Zárate (Argentina). A fábrica recebeu investimento de R$ 1,6 bilhão para expandir a capacidade e também produzirá a SW4 de nova geração.
 
 Será uma mudança e tanto, nos moldes daquela de nove anos atrás. A Hilux vai ganhar elementos da chamada nova arquitetura global da Toyota (TNGA, ou Toyota New Global Architecture), que também será usada em carros de passeio e pela SW4. A Hilux, contudo, não vai se tornar monobloco como a nova picape média da Fiat e vai manter o estilo cabine sobre chassi da base atual IMV em razão da robustez e aplicações comerciais.
Esse jeito de cria mutante entre carro de passeio e picape robusta ficará ainda mais na cara. É só olhar a estampa que logo entrega as semelhanças com o Corolla, em especial nos farois integrados à grade. O perfil manteve parte da assinatura do modelo atual, também evocado pelas enormes lanternas triangulares.

O motor 3.0 D4 continuará o mesmo, mas ganhará um incremento e tanto de potência e chegará próximo dos 200 cv contra 171 cv do atual. O 2.7 16V flex será apenas modificado para enfrentar os regimes rígidos de emissões. O que vai mudar é a transmissão. O câmbio manual de cinco marchas dará lugar a outro com seis, enquanto a antiga caixa automática de quatro velocidades será substituída por uma de cinco com opção de trocas sequenciais. 
PROJEÇÃO: MITSUBISHI L200 
Mitsubishi L200

Para quem esperava um estilo futurista nos moldes do conceito GR-HEV vai se contentar com uma Mitsubishi L200 Triton menos rebuscada que aquela de 2005, quando surgiu na Tailândia. Ficaram alguns toques, contudo. Se antes pareciam miúdos demais e aumentaram aos poucos, os faróis foram espichados ao extremo e fazem par com uma chamativa grade. Por enquanto, a Triton/L200 foi apenas flagrada na fábrica de Laem Chabang (Tailândia), mas a projeção já aponta o produto final.

O objetivo é o mesmo das rivais: se aproximar dos carros de passeio em equipamentos, desenho e dirigibilidade. Ao contrário do que previa um acordo de 2010 entre Mitsubishi e Nissan, as novas gerações da L200 e da Frontier não compartilharam suas bases. Segundo fonte ligada à Mitsubishi, o modelo não chegará antes de 2016 ao Brasil. O motor 3.2 diesel de 180 cv provavelmente dará lugar a uma unidade menor com potência na casa dos 200 cv e o câmbio automático de cinco marchas permanecerá o mesmo. Antes disso, contudo, estreará a nova Frontier feita em São José dos Pinhais (PR) com motor 2.5 turbodiesel e câmbio automático de sete marchas.

Porção de tapas

Nesse meio-tempo, será a vez da Ford Ranger mudar até o final do ano que vem. Como apontam flagras feitos na América do Norte, a picape média ficará parecida com o conceito do utilitário Everest. Tal como a picape média, o utilitário esportivo para sete lugares será produzido na fábrica de Pacheco (Argentina) e está confirmado para o Brasil. Tal como as duplas rivais Chevrolet Trailblazer/S10 e Toyota Hilux/SW4, os utilitários da Ford terão frentes parecidas. Os faróis se estendem e ladeiam uma nova grade em destaque, bem diferente do estilo bold original.
PROJEÇÃO: FORD RANGER 
Renovada recentemente, a Ford não pede por mudanças em trem de força e manterá o conjunto atual. Já a líder  Chevrolet S10 passará por retoques pontuais em faróis, para-choque e grades. Na outra ponta, a Volkswagen Amarok foi apresentada na Europa na versão Ultimate, que, de mudanças, traz apenas os faróis com leds. Na Europa, a Amarok é produzida na fábrica de Hannover (Alemanha), mas o modelo argentino feito em Pacheco não vai mudar até 2015.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

TOYOTA REVELA NOVA GERAÇÃO DO COROLLA


O Toyota Corolla 2014 para os EUA segue de perto as linhas do conceito Furia (Foto: Toyota)
A espera chegou ao fim. Após divulgar uma série de teasers que pouco mostravam do carro, a 
Toyota
 revelou nesta quinta-feira (6) o novo Corolla. Conforme Autoesporteadiantou em janeiro deste ano, a nova geração do sedã aposta em ousadia. A 11ª geração do modelo foi apresentada na Califórnia, Estados Unidos, em evento para a imprensa especializada.

O novo Corolla chega aos Estados Unidos em quatro versões: L, LE, S e LE Eco. Sob o capô, o carro conta com um motor 1.8 de quatro cilindros de 133 cv de potência e 17,69 kgfm de torque.A versão LE Eco é equipada com um bloco 1.8 com tecnologia Valvematic. De acordo com a marca japonesa, esse sistema melhora o funcionamento das válculas e promete reduzir em o consumo de combustível em 5%. Apesar de econômico, o propulsor é mais potente, despejando 142 cv e torque de 17,42 kgfm, entregues a 4 mil giros. 
A montadora disponibiliza três opões de câmbio. Para a versão L, há a opção de um câmbio manual de seis marcahas ou um automático de quatro velocidades. A transmissão manual também é oferecida para a versão S. A novidade, no entanto, é o novo câmbio automático CVT de sete marchas, disponível para os modelos S, LE e LE Eco.
O carro sai de fábrica equipado com direção, travas e vidros elétricos, ar-condicionado e oito airbags. Entre os opcionais, há a possibilidade de equipar o sedã com paddle shifters (as borboletas para troca de marchas no volante).
Toyota Corolla 2014 para o mercado dos Estados Unidos (Foto: Toyota)
Totalmente remodelado, o Corolla investe em linhas arrojadas, marcadas por vincos na carroceria. Além de garantir mais robustez, a nova plataforma privilegia o espaço interno e oferece mais conforto aos ocupantes. São 4,62 metros de comprimento e 2,70 metros de entre-eixos contra 4,54 metros de comprimento e 2,70 metros de entre-eixos da geração atual.
Na traseira, o carro exibe lanternas redesenhadas, com luzes de LED, que invadem a tampa do porta-malas. Os faróis também ganham novo formado, junto à nova grade frontal, que ficou alinhada ao padrão adotado nos novos RAV4 e Auris. As rodas contam com um desenho mais chamativo e moderno. O interior ficou requintado e mostra mais qualidade em relação à geração anterior . No console central, a novidade é a adoção de uma central multimídia comandada por tela sensível ao toque.
Interior do Toyota Corolla 2014 revela visual rejuvenescido (Foto: Toyota)

O visual é inspirado no conceito Furia, apresentado no Salão de Detroit, em janeiro deste ano. Na ocasião, o vice-presidente da marca dos EUA, Bill Fall, salientou que a nova proposta de design é ótima, pois "provavelmente não mostra o que as pessoas esperariam de um futuro Corolla".
Toyota Corolla 2014 (Foto: Divulgação)E, de fato, todo o conservadorismo da equipe de design da montadora japonesa foi deixada para trás neste projeto. O motivo é justo. O Corolla é o carro mais importante e vendido da marca (é também o mais vendido do mundo, ao lado do Ford Focus). A montadora quer exapandir o alcance do carro, aproximando o modelo do público jovem. Além disto, a Toyota parece ter feito a lição de casa observando a Honda. A rival de seu mal nos Estados Unidos depois da última reestilização do Civic, que deixou o carro mais conservador perante o modelo anterior. Como resultado, a Honda precisou fazer um facelift no Civic antes da hora.
No Brasil
Já em terreno nacional, a realidade é outra. O Civic tem sido uma pedra no sapato do Corolla desde que a nova versão foi lançada em janeiro, reestilizada e adotando um motor mais forte, 2.0. Entre os sedãs médios, a liderança atual nas vendas é do Honda.
O cenário certamente poderá mudar no próximo ano. A previsão, de acordo com fontes da marca no Brasil ouvidas pela reportagem, é de que o Corolla chegue ao país em março de 2014, com desenho ainda mais arrojado que a versão apresentada hoje nos Estados Unidos. O carro será fabricado localmente, no complexo industrial da montadora em Indaiatuba, no interior de São Paulo.
Os motores que equiparão o modelo nacional sairão da nova fábrica que a Toyota está esguendo em Porto Feliz, no interior de São Paulo. Ambos, 1.8 e 2.0, com duplo comando variável de válvulas. Os propulsores deverão passar por algum incremento de potência e torque frente aos atuais, de 144 e 153 cv. O câmbio automático de quatro marchas deverá ser substituído por um mais moderno, de seis marchas.
Além do Civic, o carro da Toyota enfrentará ainda, no mercado brasileiro, o Chevrolet Cruze, Renault Fluence e Volkswagen Jetta. Atualmente, o Corolla com motor 2.0 é oferecido por preços entre R$ 72.990 e R$ 82.280. A nova geração provavelmente seguirá esta mesma faixa de preço, o que lhe renderá competitividade no segmento.
Toyota Corolla 2014 Europeu (Foto: Divulgação)
Na Europa
A Toyota revelou também as imagens do novo Corolla europeu. No Velho Continente, o sedã exibe um visual mais sofisticado que o modelo norte-americano. As fotos confirmam que as imagens que vazaram na internet no último mês de fevereiro mostravam, de fato, a nova geração do modelo. A marca japonesa ainda não divulgou especifificações mecânicas sobre o carro. A apresentação oficial ocorre nesta sexta-feira (7), na Turquia.
Toyota Corolla 2014 Europeu (Foto: Divulgação)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

TOYOTA MANTÉM PROMOÇÕES PARA ALAVANCAR VENDAS DO ETIOS


Toyota Etios (Foto: Divulgação)
Figura rara nas ruas até o início do ano, o 
Toyota
 Etios enfim começa a ser uma presença mais frequente no trânsito.E a observação encontra fundamentos nos números de emplacamentos divulgados pela Fenabrave. Em janeiro, o Etios hatch havia emplacado apenas 2.034 unidades. Já em abril, as vendas somaram 3.698 unidades, um aumento de quase 82% em relação ao primeiro mês de 2013. Em termos de crescimento percentual, o aumento nas vendas da versão sedã chegou a 119% em relação a janeiro, quando 1.424 unidades foram emplacadas. Ao final de abril, esse número subiu para 3.117.

A mudança pode ser atribuída à nova estratégia da marca, que nos últimos meses tem promovido seguidos feirões e promoções para emplacar o compacto. Em algumas praças, a montadora chegou inclusive a oferecer uma TV de 42 polegadas como brinde aos clientes que levassem para casa um Etios. Mesmo com a intensa campanha e com a melhora nos emplacamentos, o Etios está longe de ser considerado um sucesso em vendas. Mesmo assim a fórmula parece ter funcionado para remediar o possível fracasso da Toyota.
Tanto é assim que para o mês de julho a montadora está anunciando novas condições especiais na compra do compacto. Por exemplo, quem adquirir um Etios poderá optar por um vale-combustível de R$ 1.500, ou um ano de seguro pago, para qualquer uma das versões disponíveis do modelo. As concessionárias Toyota estão também oferecendo o Etios XS hatch com taxa zero de juros, para parcelamento em 24 vezes, com 60% de entrada e mais duas parcelas anuais. Se isso será o suficiente para alavancar mais vendas do carro só o tempo nos dirá.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Toyota Corolla XEi x Honda Civic LXR

Modernidade ou tradição? Esportividade ou conforto? Consumo ou porta-malas? Enfim, Civic ou Corolla?
Por Péricles Malheiros | Foto: Christian Castanho | 16/03/2013
 Test-drives feitos em concessionárias costumam servir apenas como base de referência para o comprador não adquirir um veículo completamente no escuro. Curtos em tempo e espaço, costumam não revelar muito mais que o catálogo exposto na mesa do vendedor. Com Civic e Corolla, porém, a história é diferente. Uma simples volta no quarteirão deixa claro que os sedãs médios que mais conquistam compradores no mercado brasileiro têm armas distintas de sedução: o Civic com estilo arrojado e suspensão firme e o Corolla com layout discreto e conforto de rodagem capaz de agradar até um motorista norte-americano.

As redes bem conceituadas de Toyota e Honda dão sua contribuição para o sucesso dos modelos: segundo os proprietários ouvidos pela pesquisa Os Eleitos, de QUATRO RODAS, as marcas são líderes da categoria Assistência Técnica. Diferentes, mas afamados e com o mesmo objetivo, Civic e Corolla ainda travam grandes batalhas. Duvida?

Elegemos para este combate as versões que são o hit da família: LXR no Civic (74 290 reais) e XEi no Corolla (72 990 reais). Ambos trazem basicamente o mesmo pacote de equipamentos. Essa similaridade de conteúdo não é coincidência: é guerra declarada. A linha 2014 do Civic chegou em fevereiro, a do Corolla está prevista para meados de março. Motor 2.0, câmbio automático com trocas sequenciais no volante e um pacote de equipamentos com trio elétrico, câmera de ré, ar-condicionado digital, ABS e airbags: tudo é de série em ambos.

A Toyota busca compensar o design notadamente defasado com alguns itens exclusivos, como GPS e airbags também nas laterais - no Civic, disponíveis apenas na versão topo de linha, EXR, de 83890 reais. Mais atual, o Civic tenta dar o troco com tecnologia: só ele tem um sistema de direção econômica, acionado pelo botão ECON, capaz de ativar mapas da central eletrônica mais mansos. O ECON atua em conjunto com um econômetro apresentado em forma de barras que mudam de cor entre tons de azul (mais gastão) e verde (mais econômico).

Toque distinto 

Bem montados, Corolla e Civic empatam no item acabamento. O layout arrojado do Honda disfarça os materiais menos refinados: o plástico do painel é rígido e com textura áspera, enquanto no Toyota ele é emborrachado e de toque suave. Motoristas dos dois modelos têm diversos comandos ao alcance das mãos. No Corolla, a ergonomia (e a segurança) é um pouco prejudicada por causa da ativação do piloto automático, com comandos agrupados em uma alavanca na coluna de direção. Por se tratar de um sistema utilizado basicamente em viagens, a localização e a operação no Civic são facilitadas pelas teclas iluminadas e voltadas para o piloto. O console central voltado para o motorista é outro sinal do projeto mais moderno do Honda.

Os rivais também são equivalentes em espaço na cabine, mas, de novo, o projeto mais recente pesa a favor do Civic, no qual o design arejado e organizado resulta numa sensação mais acentuada de amplidão. No porta-malas, vantagem do Corolla: 470 ante 449 litros de volume.

Ao volante, surge a principal diferença dos combatentes. A dirigibilidade do Civic segue em sintonia com o design: a suspensão mais rígida transmite esportividade, embora os números de desempenho obtidos na pista tenham sido mais animadores no Corolla, dono de um rodar bastante confortável, com molas e amortecedores com calibração suave. No Civic, o câmbio com cinco marchas (uma a mais que o do Corolla) e o sistema ECON fizeram a diferença nas provas de consumo urbano e rodoviário: respectivamente 7,9 e 11,8 km/l, ante 6,7 e 9,4 km/l do Corolla, ambos com etanol.

Apesar de mais recente, o Civic deverá ter seu desenho retocado entre o fim de 2013 e o início de 2014, quando estreia aqui a reestilização já apresentada ao mercado norte-americano. O contra-ataque da Toyota também já tem data marcada: no primeiro semestre de 2014 chega uma nova geração do Corolla, com estilo e personalidade tão (ou mais) joviais quanto os do Civic. Enquanto não entra na era digital, o sedã da Toyota continuará enfrentando seu rival com ligeira desvantagem, mas com uma competência que só anos de estrada (e carros emplacados) podem conferir a um automóvel.

Toyota Corolla

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO 


Suaves, direção e suspensão são fiéis à proposta geral do Corolla.


MOTOR E CÂMBIO

Com uma marcha a menos, o câmbio não explora tão bem o motor, o que resulta em consumo mais alto. Nas provas de desempenho, porém, o powertrain do Corolla ainda faz bonito.


CARROCERIA

Até quem é fã de Corolla reconhece que o design não é seu ponto forte.


VIDA A BORDO

A Toyota se vira como pode para manter o Corolla vivo no mercado. E tem feito um ótimo trabalho. Com câmera de ré, GPS e multimídia, a linha 2014 disfarça a defasagem tecnológica.


SEGURANÇA

Airbags laterais e frenagens em menores espaços colocam o Corolla em franca vantagem diante do Civic neste item.


SEU BOLSO

A notícia da chegada de uma nova geração em 2014 deve atingir as vendas do Corolla.

Honda Civic

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO 


Quem busca um carro de resposta mais imediata ao volante e aos pedais tem no Civic o parceiro ideal.


MOTOR E CÂMBIO

Eficiência é a palavra de ordem na indústria automotiva. Com desempenho próximo ao do rival e consumo bem mais contido, o Civic, de novo, tira proveito do projeto mais moderno.


CARROCERIA

Uma remodelação está a caminho, mas não deverá impactar tanto as vendas do Civic.


VIDA A BORDO

Central multimídia e GPS só equipam a versão mais cara.


SEGURANÇA

Airbags frontais e aBS são pouco para o segmento. Para piorar, os números obtidos nas provas de frenagem não foram bons.


SEU BOLSO

Assim como o Corolla, o Civic tem três anos de garantia e costuma ser bem cotado na hora da revenda.

VEREDICTO

A vantage do Civic sobre o Corolla neste comparative é bem pequena. Assim, se você preza duas vezes: Inverta o resultado e vá de Corolla. Mas não se esqueça: também há racionalidade na compra do Civic, de longe, o mais econômico dos dois sedãs.